Hoje no portal da ZH foi publicado uma entrevista com Fernando Carvalho, que há muito tempo andava silencioso a respeito do Internacional.
Não sou daqueles que considera Carvalho um Deus no templo colorado.
Ele foi sim o melhor presidente da história do nosso clube por vários motivos, além das conquistas óbvio.
Carvalho soube identificar as reais necessidades do Inter para cada departamento, além do futebol. Soube delegar, mesmo que seu início de gestão tenha sido cambaleante.
Com certeza, quando Presidente, foi muito bem assessorado.
Na entrevista de hoje o futebolista Fernando Carvalho, e não mais o Presidente, mostra que ainda entende muito de futebol, e do Internacional (minha modesta opinião).
Em sua entrevista elogia o trabalho de Dunga, mas faz a mesma ressalva que todos apontam: o time ainda não teve um teste forte. Ao mesmo tempo afirma que o placar do primeiro greNal foi injusto, o Inter merecia um placar mais dilatado.
Fala também de D'alessandro. O gringo precisa se sentir responsável pelo time, mas acima disso, precisa acreditar no time. O que me faz pensar e quase concluir a sua baixa produção no ano passado. D'ale, muito provavelmente, não acreditava no trabalho de Fernandão como técnico, ou até mesmo de Dorival Júnior. Só isso explica sua baixíssima produção em 2012.
Foi Carvalho quem trouxe o argentino para o Inter, e conviveu por dois anos e meio com ele no time. Fala com propriedade quando analisa o jogador.
Outro ponto interessante que FC faz um chamamento é a respeito das competições do time no 2º semestre: vai chegar um momento que o time vai precisar priorizar uma competição, Copa do Brasil (ou Copa Sulamericana) ou Brasileirão.
Carvalho sempre enfatizou que o time precisa focar uma competição para então se sagrar exitoso. Foi assim em 2006, em 2008 e 2010.
Em 2009 por exemplo, o Inter em 20 dias decidiu a Recopa e a Copa do Brasil. No início daquele ano o clube queria vencer tudo e gastou energias pra isso. Mas sem foco, acabou perdendo as duas competições.
Quem sabe se a Recopa fosse mais adiante e não concomitante a competição nacional a história poderia ter sido outra. Mas isso fica na conjectura.
Esse ano o Inter estréia na Copa do Brasil dia 03/04 e tem jogo de volta marcado, se necessário, dia 17/04.
Passando de fase, volta a jogar no dia 01 ou 08/05, suponho que contra o Santa Cruz-PE. O jogo da volta seria 15 ou 22/05. O Campeonato Brasileiro não terá começado.
Novamente se passar de fase, volta a jogar dia 03 ou 10/07, contra Avaí ou América/MG (palpite meu após ver a tabela). Os jogos da volta seriam 17 ou 24/07.
Aqui um detalhe, o Internacional decidiria se continuaria na Copa do Brasil ou se disputaria a Sulamericana. Nesse último caso teria de ser eliminado.
Em caso de Copa do Brasil, nas oitavas de final os confrontos serão definidos através de sorteio, e os jogos serão 21 e 28/08. O 1º turno do Brasileirão já estará quase finalizando. Então vem um período só de Brasileirão.
Se avançar para a quartas, os jogos serão em 23/10 e 30/10. Será momento de saber se o Inter estará bem no Brasileirão a ponto de continuar disputando algo.
As semi e finais serão em novembro, bem no momento que o Brasileirão começa a se decidir. Hoje, o Internacional não tem elenco para levar adiante as duas competições em alto nível. A não ser que o time titular não sofra absolutamente nada, nem lesões, nem suspensões, nem convocações, nem saídas, nem cansaço. Nada! Ou tenhamos mais reforços de qualidade para o grupo/time. Aí sim, poderemos ficar sossegados que lutaremos por tudo. Será que é possível pensar assim? É nesse ponto que FC afirma que chega uma hora que precisa-se priorizar uma competição.
Analisando o exposto acima, concordo com o ex-Presidente do Inter.
O último ponto que acho que merece destaque da entrevista de Fernando Carvalho é a "espanhonalização" do futebol brasileiro.
FC afirma que o Corinthians tem tudo para se tornar o Barcelona do Brasil, pela grana que recebe, pela perspectiva de receita com a abertura do novo estádio com plano de sócios, patrocínio com cifras muito maiores que a do Internacional e com organização, algo que nem sempre foi presente no clube paulista. Se tudo isso acontecer junto, o time da periferia de São Paulo se torna um clube muito poderoso no Brasil.
A segunda força (Real Madrid), teoricamente, seria o Flamengo, pois recebe tanto dinheiro quanto o clube paulista. Mas organização é algo que passa muito longe do time da Gávea.
O Internacional tem receita de quase metade desses dois times. Teria que se desdobrar muito para competir de igual para igual em competições de longa duração, como o Brasileirão por exemplo. Nesse ponto o fim do Clube dos Treze não foi bom para nós. Essa é a conclusão de Carvalho, o que me leva a concordar pelo simples fato de o futebol necessitar de financiamento forte e como acontece na Espanha, onde Real Madrid e Barcelona recebem o dobro da 3ª força do país, não vemos um campeão diferente dos dois principais há muito tempo. O último foi o Valência em 2004.
Enfim, achei interessante esses pontos levantados pelo ex-Presidente, vale a pena a reflexão. Precisamos pegar junto com o time, para que consigamos os êxitos como nos últimos anos, onde vencíamos na base da superação e a torcida pegando junto, aliado a qualidade do time.
É a receita para o sucesso sempre.
Saudações Coloradas
Alexandre - ColoradoBH
quinta-feira, 28 de março de 2013
Jogo morno e empate ruim
Sem graça e com uma certeza: o time reserva do Inter não está preparado para assumir a responsabilidade em alguns jogos no Campeonato Gaúcho. Assim foi o jogo do Inter ontem, contra o São José, no estádio Passo D'Areia, em POA. O jogo valia pela quarta rodada do returno do Gauchão.
Muitos fatores poderiam ser fundamentais para o mau desempenho do Inter no jogo: o gramado sintético, que algumas vezes assusta os jogadores, ou até atrapalha por ser incomum entre os campos de futebol; a arbitragem ruim, que demorou para começar a distribuir cartões, e fez com que os jogadores do São José se sentissem mais a vontade para cometer faltas; a falta de jogadas e entrosamento entre os jogadores na partida; etc. Mas a principal causa do insucesso colorado ontem foi porque o time reserva do Inter não tem as peças essenciais para fazer o jogo fluir de forma natural e bem jogado.
O jogo já dava sinais de que seria diferente dos demais jogos que o Inter estava jogando ultimamente. Vários aspectos mostraram que alguma coisa seria diferente. E, como estava pré definido, o jogo foi completamente inverso das últimas partidas jogadas pelo colorado.
Sem muitas jogadas ofensivas, nem preocupações na defesa, o Inter não saiu de um 0x0 ruim na noite de ontem, em Porto Alegre. No primeiro tempo, os jogadores bem que tentaram avançar, fazer jogadas e marcar gols, mas faltava o último toque e a finalização certeira, que são essenciais para uma partida e que fizeram falta no jogo de ontem.
O primeiro tempo foi muito fraco e poucas jogadas ofensivas de qualidade foram feitas pelos dois times. No final da primeira etapa, se via um jogo morno e sem ânimo, tanto pelo lado do Inter, quanto pelo do São José.
No segundo tempo, Dátolo e Damião começaram a tentar jogadas mais ofensivas, buscando o gol. Mas quando as jogadas eram boas, a finalização saia fraca ou sem pontaria, facilitando a vida do goleiro.
Sem muitas jogadas dos dois lados, o jogo seguiu no marasmo até o final. E, com o último apito do juiz, e o 0x0 decretado, a sensação de que poderia ter sido feito mais ficou na cabeça dos jogadores.
Os focos agora são voltados para a próxima rodada do Gauchão, onde o Inter enfrenta o Esportivo, as 21H do Sábado, no estádio Centenário, em Caxias do Sul e também para o início da Copa do Brasil, dia 03 de abril. O Inter enfrenta o Rio Branco-AC, no estádio Arena da Floresta, as 21H50.
Muitos fatores poderiam ser fundamentais para o mau desempenho do Inter no jogo: o gramado sintético, que algumas vezes assusta os jogadores, ou até atrapalha por ser incomum entre os campos de futebol; a arbitragem ruim, que demorou para começar a distribuir cartões, e fez com que os jogadores do São José se sentissem mais a vontade para cometer faltas; a falta de jogadas e entrosamento entre os jogadores na partida; etc. Mas a principal causa do insucesso colorado ontem foi porque o time reserva do Inter não tem as peças essenciais para fazer o jogo fluir de forma natural e bem jogado.
O jogo já dava sinais de que seria diferente dos demais jogos que o Inter estava jogando ultimamente. Vários aspectos mostraram que alguma coisa seria diferente. E, como estava pré definido, o jogo foi completamente inverso das últimas partidas jogadas pelo colorado.
Sem muitas jogadas ofensivas, nem preocupações na defesa, o Inter não saiu de um 0x0 ruim na noite de ontem, em Porto Alegre. No primeiro tempo, os jogadores bem que tentaram avançar, fazer jogadas e marcar gols, mas faltava o último toque e a finalização certeira, que são essenciais para uma partida e que fizeram falta no jogo de ontem.
O primeiro tempo foi muito fraco e poucas jogadas ofensivas de qualidade foram feitas pelos dois times. No final da primeira etapa, se via um jogo morno e sem ânimo, tanto pelo lado do Inter, quanto pelo do São José.
No segundo tempo, Dátolo e Damião começaram a tentar jogadas mais ofensivas, buscando o gol. Mas quando as jogadas eram boas, a finalização saia fraca ou sem pontaria, facilitando a vida do goleiro.
Sem muitas jogadas dos dois lados, o jogo seguiu no marasmo até o final. E, com o último apito do juiz, e o 0x0 decretado, a sensação de que poderia ter sido feito mais ficou na cabeça dos jogadores.
Os focos agora são voltados para a próxima rodada do Gauchão, onde o Inter enfrenta o Esportivo, as 21H do Sábado, no estádio Centenário, em Caxias do Sul e também para o início da Copa do Brasil, dia 03 de abril. O Inter enfrenta o Rio Branco-AC, no estádio Arena da Floresta, as 21H50.
Eduardo Schwarzbold
quarta-feira, 27 de março de 2013
Jogadores do Inter entram na onda Mundial do "Harlem Shake"
Mostrando um grande clima de descontração e união do grupo, os jogadores colorados se mobilizaram para gravar o vídeo com a música Harlem Shake, um recente hit mundial que já contou com a participação de times de diferentes modalidades esportivas. No Brasil, o Inter é um dos primeiros no meio futebolístico. O vídeo foi gravado na última segunda-feira (25/03) no vestiário do CT Parque Gigante. O atacante Caio protagonizou a primeira cena, depois os demais jogadores apareceram com fantasias dos mais diversos personagens para repetir a dança que ficou famosa na internet após a divulgação de um vídeo de amigos realizando movimentos insanos ao som de americano Baauer. Curta o vídeo a seguir:
terça-feira, 26 de março de 2013
Ingressos à venda para a festa dos 104 anos do Inter
No dia 4 de abril, o Internacional completa mais um ano de sua vitoriosa vida. E para comemorar, nada melhor que um evento reunindo a família colorada. Por isso, no dia seguinte ao aniversário o Clube vai reunir diretores, consulados, ídolos e torcedores na Casa NTX, em Porto Alegre.
O aniversário vai ser festejada em um jantar para 800 pessoas e contar com a participação especial de atletas que marcaram a história do Campeão de Tudo. Para encerrar o evento em alto astral, a banda Dublê fará uma apresentação em homenagem à toda a nação alvirrubra. Os ingressos para o jantar começam a ser vendidos aos sócios nesta quinta-feira (29/03) ao preço de R$ 150,00. As informações de venda podem ser obtidas pelo telefone (51) 3230-4645.
Jantar de Aniversário
Dia 5 de Abril, às 20h30 na Casa NTX - Avenida das Indústrias, 1395, bairro São João - Porto Alegre.
Fonte: Site do Inter
segunda-feira, 25 de março de 2013
Recordes
Na última 4ª feira, no jogo contra o São Luiz, o Internacional conseguiu um feito inédito desde 2010 quando Celso Roth era o técnico do Inter pela 3ª vez, com 5 vitórias consecutivas.
Agora no último domingo, contra o Santa Cruz, o time de Dunga conseguiu alcançar a marca do Inter de Jorge Fossati, que obteve 6 vitórias seguidos, no mesmo ano (2010).
Achei interessante relembrar essa época um pouco, que parece já um pouquinho distante.
A sequencia de vitórias seguidas de Jorge Fossati foi durante o Gauchão de 2010, na antiga Taça Fernando Carvalho.
O time era uma caricatura do que viria a ser Bicampeão da América meses depois.
Recém haviam chegado 2 laterais direitos: Nei e Bruno Silva; o time jogava com 3 zagueiros (Bolívar, Índio e Fabiano Eller, às vezes Sorondo), Sandro era uma afirmação, D'alessandro não jogava porque no primeiro jogo literalmente quebrou a cara, levando uma joelhada no rosto do jogador do Juventude. O ataque era Edu e Alecsandro e o goleiro ainda era o Lauro.
Nessa mesma época chegou uma das maiores lendas recentes do Internacional. O "Deus" Fernando Carvalho vai à mídia e fala que está fechando uma contratação Espetacular. O jogador? Wilson Mathias!!! (aonde ele viu espetáculo nesse cara?).
Depois dessas 6 vitórias no Campeonato Gaúcho, onde Fossati comandava a equipe, o Internacional foi derrotado, com o time reserva, no Beira Rio pelo Novo Hamburgo no último minuto. Essa partida aconteceu 2 dias antes da estréia do Inter na Libertadores daquele ano contra o Emelec e a FGF não quis alterar a data do jogo. Mas isso não é desculpa.
No jogo seguinte, a primeira mudança de time titular: sai Lauro, entra Abbondanzieri.
O time continuava com seguidas alterações na zaga e não definia o lateral direito titular.
E de uma hora para outra começou a titubear e Fossati começou a perder o comando da equipe. Só a Libertadores motivava, no 2º turno (Taça Fábio Koff) o Internacional venceu de forma dramática o Pelotas na final, que havia eliminado os da Azenha.
O time perdeu a final do Gauchão, naquele que foi o último titulo deles.
Fossati seguiu no início do Brasileirão, mas totalmente cambaleante, perdendo muitas partidas em casa, e escalando a equipe reserva em muitos jogos. Mas, na Libertadores conseguiu ir para a semifinal, no épico jogo contra o Estudiantes de Verón, em Quilmes.
Verdade seja dita que o time não jogou nada nesse jogo. E somente ameaçou o Estudiantes no 2º tempo, culminando com o gol no finalzinho do jogo. O gol da fumaça de Giuliano. Isso todos lembram.
No jogo seguinte de Fossati, no Brasileirão, contra o Vasco no Rio, o Inter sai vencendo por 2x0 e consegue perder tomando 3 gols no segundo tempo para o time do então treinador deles, Celso Roth. O Vasco era um time muito fraco.
Fossati foi demitido. O Brasileirão e a Libertadores deram uma parada para a Copa do Mundo. E o Inter ficou sem técnico.
Dias depois a diretoria do Inter surpreende e anuncia Celso Roth como novo técnico.
Passa a Copa do Mundo, volta o Brasileirão e o Inter volta diferente.
Tinga foi recontratado junto com Renan e Sóbis.
Roth escala o time no 4-2-3-1, com Índio e Bolívar na zaga, Nei e Kléber nas laterais, Sandro, Guina, Tinga, D'ale e Taison no meio e Alecsandro isolado no ataque.
Abbodanzieri iniciou essa nova era como goleiro e o Inter faz uma nova senda de vitórias (5) consecutivas, somando Brasileirão e Libertadores (apenas 1 contra o São Paulo). Nesse último jogo Renan foi alçado à titularidade, sem que fosse explicado o porque da saída do goleiro argentino (que havia falhado na última partida pelo Brasileirão).
A diferença dos times de Fossati e Roth em 2010, além do esquema, era a postura em campo.
Com Roth parecia um time mais determinado em campo, sem empolgar, típico dos times desse treinador, no qual não simpatizo muito. Além do acréscimo de qualidade do Tinga e retomada do futebol de Taison, que com o treinador anterior havia literalmente sumido (chegou inclusive a se cogitar ir para o Palmeiras).
Com Fossati, o time era bastante defensivo, às vezes meio perdido, dependendo sempre de um lampejo individual de um dos jogadores. Às vezes D'alessandro, às vezes Giuliano, às vezes Andrezinho, e na base da superação vencia.
Foi uma época interessante, mesmo com o final de 2010 melancólico no Mundial de Abu Dhabi.
No 2 anos seguintes o Internacional mal conseguiu enfileirar 3 vitórias seguidas. Falcão ainda conseguiu em 2011 no Brasileirão. Mas apenas uma vez em 2 anos seguidos é pouco para um time como o Internacional.
Restou a Dunga retomar essas marcas. Que não são significativas para fins de títulos maiores, mas mostra qualidade para um primeiro momento, recuperando o time da "fraqueza" dos anos de 2011 e 2012.
Espero que mais vitórias venham e mais recordes possam ser quebrados.
Não podemos ficar mais 3 anos alimentando pequenos jejuns, como nesses últimos 2 anos.
Saudações Coloradas a todos!!!
Alexandre - @ColoradoBH
Agora no último domingo, contra o Santa Cruz, o time de Dunga conseguiu alcançar a marca do Inter de Jorge Fossati, que obteve 6 vitórias seguidos, no mesmo ano (2010).
Achei interessante relembrar essa época um pouco, que parece já um pouquinho distante.
A sequencia de vitórias seguidas de Jorge Fossati foi durante o Gauchão de 2010, na antiga Taça Fernando Carvalho.
O time era uma caricatura do que viria a ser Bicampeão da América meses depois.
Recém haviam chegado 2 laterais direitos: Nei e Bruno Silva; o time jogava com 3 zagueiros (Bolívar, Índio e Fabiano Eller, às vezes Sorondo), Sandro era uma afirmação, D'alessandro não jogava porque no primeiro jogo literalmente quebrou a cara, levando uma joelhada no rosto do jogador do Juventude. O ataque era Edu e Alecsandro e o goleiro ainda era o Lauro.
Nessa mesma época chegou uma das maiores lendas recentes do Internacional. O "Deus" Fernando Carvalho vai à mídia e fala que está fechando uma contratação Espetacular. O jogador? Wilson Mathias!!! (aonde ele viu espetáculo nesse cara?).
Depois dessas 6 vitórias no Campeonato Gaúcho, onde Fossati comandava a equipe, o Internacional foi derrotado, com o time reserva, no Beira Rio pelo Novo Hamburgo no último minuto. Essa partida aconteceu 2 dias antes da estréia do Inter na Libertadores daquele ano contra o Emelec e a FGF não quis alterar a data do jogo. Mas isso não é desculpa.
No jogo seguinte, a primeira mudança de time titular: sai Lauro, entra Abbondanzieri.
O time continuava com seguidas alterações na zaga e não definia o lateral direito titular.
E de uma hora para outra começou a titubear e Fossati começou a perder o comando da equipe. Só a Libertadores motivava, no 2º turno (Taça Fábio Koff) o Internacional venceu de forma dramática o Pelotas na final, que havia eliminado os da Azenha.
O time perdeu a final do Gauchão, naquele que foi o último titulo deles.
Fossati seguiu no início do Brasileirão, mas totalmente cambaleante, perdendo muitas partidas em casa, e escalando a equipe reserva em muitos jogos. Mas, na Libertadores conseguiu ir para a semifinal, no épico jogo contra o Estudiantes de Verón, em Quilmes.
Verdade seja dita que o time não jogou nada nesse jogo. E somente ameaçou o Estudiantes no 2º tempo, culminando com o gol no finalzinho do jogo. O gol da fumaça de Giuliano. Isso todos lembram.
No jogo seguinte de Fossati, no Brasileirão, contra o Vasco no Rio, o Inter sai vencendo por 2x0 e consegue perder tomando 3 gols no segundo tempo para o time do então treinador deles, Celso Roth. O Vasco era um time muito fraco.
Fossati foi demitido. O Brasileirão e a Libertadores deram uma parada para a Copa do Mundo. E o Inter ficou sem técnico.
Dias depois a diretoria do Inter surpreende e anuncia Celso Roth como novo técnico.
Passa a Copa do Mundo, volta o Brasileirão e o Inter volta diferente.
Tinga foi recontratado junto com Renan e Sóbis.
Roth escala o time no 4-2-3-1, com Índio e Bolívar na zaga, Nei e Kléber nas laterais, Sandro, Guina, Tinga, D'ale e Taison no meio e Alecsandro isolado no ataque.
Abbodanzieri iniciou essa nova era como goleiro e o Inter faz uma nova senda de vitórias (5) consecutivas, somando Brasileirão e Libertadores (apenas 1 contra o São Paulo). Nesse último jogo Renan foi alçado à titularidade, sem que fosse explicado o porque da saída do goleiro argentino (que havia falhado na última partida pelo Brasileirão).
A diferença dos times de Fossati e Roth em 2010, além do esquema, era a postura em campo.
Com Roth parecia um time mais determinado em campo, sem empolgar, típico dos times desse treinador, no qual não simpatizo muito. Além do acréscimo de qualidade do Tinga e retomada do futebol de Taison, que com o treinador anterior havia literalmente sumido (chegou inclusive a se cogitar ir para o Palmeiras).
Com Fossati, o time era bastante defensivo, às vezes meio perdido, dependendo sempre de um lampejo individual de um dos jogadores. Às vezes D'alessandro, às vezes Giuliano, às vezes Andrezinho, e na base da superação vencia.
Foi uma época interessante, mesmo com o final de 2010 melancólico no Mundial de Abu Dhabi.
No 2 anos seguintes o Internacional mal conseguiu enfileirar 3 vitórias seguidas. Falcão ainda conseguiu em 2011 no Brasileirão. Mas apenas uma vez em 2 anos seguidos é pouco para um time como o Internacional.
Restou a Dunga retomar essas marcas. Que não são significativas para fins de títulos maiores, mas mostra qualidade para um primeiro momento, recuperando o time da "fraqueza" dos anos de 2011 e 2012.
Espero que mais vitórias venham e mais recordes possam ser quebrados.
Não podemos ficar mais 3 anos alimentando pequenos jejuns, como nesses últimos 2 anos.
Saudações Coloradas a todos!!!
Alexandre - @ColoradoBH
sábado, 23 de março de 2013
Modernização do Beira-Rio: Status Das Obras
360 DIAS DE TRABALHO
O grande diferencial do novo e moderno Beira-Rio começa a ser desenhada: nesta semana, os operários trabalharam na montagem e no içamento da estrutura metálica - feita em aço - que comporá a cobertura do Estádio. Na primeira etapa, estão sendo montadas no chão e serão erguidas com dois guindastes - com capacidade para 100 e 200 toneladas - as bases da estrutura (P1 e P2) que juntas, pesam 25 toneladas. Num segundo momento, serão içadas as duas últimas partes (P3 e P4) - que cobrirão as arquibancadas. A estrutura metálica de cada uma das 65 folhas pesará 40 toneladas e terá 38 metros de altura e 53 metros de largura. A estrutura metálica também sustentará os telões que exibirão em detalhes os jogos e a iluminação do campo de jogo.
A nova cobertura proporcionará uma série de vantagens para os espectadores dos jogos e também para os atletas que entrarão em campo. Para o torcedor, um maior conforto, abrigando-o das intempéries do tempo com proteção contra o sol, chuva e vento. Para os jogadores, a sensação de maior proximidade com a torcida graças à reverberação do som por mais tempo dentro do Estádio. A iluminação também será mantida graças ao diferencial do projeto da cobertura.
A membrana - produzida em politetrafluoretileno - opaca e translúcida entre as folhas para melhor aproveitamento da luz solar terá características autolimpantes e algumas folhas com capacidade para captar água para reuso na etapa final da cobertura.
Confira as fotos:
Clique nas imagens para vê-las melhor.
Fonte: Site do Inter
O grande diferencial do novo e moderno Beira-Rio começa a ser desenhada: nesta semana, os operários trabalharam na montagem e no içamento da estrutura metálica - feita em aço - que comporá a cobertura do Estádio. Na primeira etapa, estão sendo montadas no chão e serão erguidas com dois guindastes - com capacidade para 100 e 200 toneladas - as bases da estrutura (P1 e P2) que juntas, pesam 25 toneladas. Num segundo momento, serão içadas as duas últimas partes (P3 e P4) - que cobrirão as arquibancadas. A estrutura metálica de cada uma das 65 folhas pesará 40 toneladas e terá 38 metros de altura e 53 metros de largura. A estrutura metálica também sustentará os telões que exibirão em detalhes os jogos e a iluminação do campo de jogo.
A nova cobertura proporcionará uma série de vantagens para os espectadores dos jogos e também para os atletas que entrarão em campo. Para o torcedor, um maior conforto, abrigando-o das intempéries do tempo com proteção contra o sol, chuva e vento. Para os jogadores, a sensação de maior proximidade com a torcida graças à reverberação do som por mais tempo dentro do Estádio. A iluminação também será mantida graças ao diferencial do projeto da cobertura.
A membrana - produzida em politetrafluoretileno - opaca e translúcida entre as folhas para melhor aproveitamento da luz solar terá características autolimpantes e algumas folhas com capacidade para captar água para reuso na etapa final da cobertura.
Confira as fotos:
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| Fotos: Divulgação Inter/Andrade Gutierrez |
Fonte: Site do Inter
quinta-feira, 21 de março de 2013
História do Internacional: O Princípio do Clube do Povo
Data de fundação do Clube: 4 de Abril de 1909
![]() |
| Henrique Poppe Leão, José Eduardo Poppe e Luiz Madeira Poppe |
A origem do Sport Club Internacional está associada a três irmãos da família Poppe: Henrique Poppe Leão, José Eduardo Poppe e Luiz Madeira Poppe (respectivamente, na foto acima). Eles chegaram a Porto Alegre na primeira década de 1900. Acredita-se que foi por volta de 1908.
Poppe logo arranjou um emprego no comércio da capital, no bazar "Ao Preço Fixo", localizado na Rua da Praia. Em seguida, por influência do tio Thomé de Castro Madeira, filiou-se ao PPR (Partido Republicano Riograndense - comandado por Borges de Medeiros) e tornou-se funcionário da Secretaria do Conselho da Intendência (prefeitura), além de escrever para a "A Federação" (jornal do PPR). Ainda trabalharia nos jornais "Echo do Povo", "O Diário", "Gazeta do Povo", "O Exemplo" e foi diretor de redação do semanário "A Rua".
Já em 1908, a capital gaúcha se modernizava e progredia rapidamente: bondes elétricos tinham substituído os puxados a burro; acabava-se de instalar iluminação elétrica em todas as ruas do centro; a população havia saltado de 73 mil habitantes em 1900 para 120 mil. O Estado vivia sob forte influência do positivismo. Um dos dogmas da doutrina é que o indivíduo pode eternizar-se enquanto for lembrado por sua criação. O governo havia determinado a criação de novos espaços públicos para práticas esportivas, a fim de formar jovens para o Exército. É nesse contexto que as bases para a fundação do Inter começaram a ser definidas.
Os irmãos mais jovens da família Poppe, José e Luiz, tinham o desejo de jogar futebol, um esporte muito competitivo e que aprenderam a praticar ainda em São Paulo. Henrique, o irmão mais velho e influente, articulou a criação de um novo clube. Aos 18 anos, João Leopoldo Seferin, que emprestou o padrão da casa do pai para a reunião de fundação do Inter, na Rua da Redenção, 141 (atual Avenida João Pessoa, na altura do número 1.025), foi eleito presidente.
Para dar credibilidade ao clube, o capitão Graciliano Ortiz foi escolhido presidente de honra do Inter. Além de militar, Ortiz também era o diretor do Asseio Público e homem de prestígio junto ao José Montaury, intendente de Porto Alegre. Foi através de Ortiz que o Inter, recém-fundado, obteve junto à Intendência o seu primeiro campo: a Ilhota (atual Praça Sport Club Internacional). Além de ser o primeiro presidente de honra do novo clube, Graciliano também estava às vésperas de se tornar sogro de Henrique, já que em novembro de 1909, Henrique se casou com sua filha, Maria Conceição Ortiz.
Os demais valores envolvidos entre os jovens que se reuniram para a fundação do Sport Club Internacional eram: a prática do futebol, a celebração da própria juventude e a possibilidade de criarem um 'Club' onde teriam a oportunidade de manter novos contatos sociais.
A edição do jornal "A Rua", de 1916, guardada por Carlos Bandeira Poppe, filho de Luiz Madeira Poppe, confirma a obra de Henrique. A edição foi publicada três dias após a sua morte, aos 35 anos, por uremia (doença provocada pelo mau funcionamento dos rins, incapazes de filtrar as impurezas do sangue). Henrique não teve filhos. Foi enterrado no Cemitério da Santa Casa, na sepultura número do 3° quadro, conforme descrevem os registros da época.
Nem todos ficaram de acordo com a cor da futura camisa do Clube. Subdividiram-se em dois grupos como fora o carnaval daquele ano - a decisão veio do carnaval de rua entre Venezianos e Esmeraldinos, um vermelho, outro verde. Justamente as cores pretendidas, ou uma, ou outra. O resultado da votação tirou da ata de fundação os que defendiam o verde. Mas o racha não esvaziou a reunião, muito menos o Clube. Ficou Vermelho e Branco para o resto da vida.
Fonte: Consulado do Internacional em Chapecó - SC > Internacional > História
Para dar credibilidade ao clube, o capitão Graciliano Ortiz foi escolhido presidente de honra do Inter. Além de militar, Ortiz também era o diretor do Asseio Público e homem de prestígio junto ao José Montaury, intendente de Porto Alegre. Foi através de Ortiz que o Inter, recém-fundado, obteve junto à Intendência o seu primeiro campo: a Ilhota (atual Praça Sport Club Internacional). Além de ser o primeiro presidente de honra do novo clube, Graciliano também estava às vésperas de se tornar sogro de Henrique, já que em novembro de 1909, Henrique se casou com sua filha, Maria Conceição Ortiz.
Valores da Fundação do Sport Club Internacional
Os discursos ouvidos nas reuniões sempre giravam em torno de um princípio muito importante para os Poppe e para aqueles que ali estavam. O Internacional estava sendo criado para brasileiros e estrangeiros, uma clara alusão à política de discriminação dos outros dois clubes existentes em Porto Alegre, o Grêmio Foot Ball Porto Alegrense e o Fuss-Ball.Os demais valores envolvidos entre os jovens que se reuniram para a fundação do Sport Club Internacional eram: a prática do futebol, a celebração da própria juventude e a possibilidade de criarem um 'Club' onde teriam a oportunidade de manter novos contatos sociais.
As cores dos Venezianos, o alvi-rubro do Inter surgiu do Carnaval
A morte do fundador e o legado para a história
Antes da morte, Henrique viu o Inter crescer, ser Campeão da Cidade, em 1913 (há cem anos atrás), e derrotar pela primeira vez o Grêmio, em 1915 (há noventa e oito anos atrás), tudo isso dez meses antes de morrer. O primeiro clube a ser desafiado pelo Inter, e que havia seis jogos mostrava-se imbatível, enfim, caía. Após seis jogos, com duas derrotas por 10 gols, o Inter goleava o Grêmio por 4 a 1, na Baixada, a casa do adversário. Vencia o rival pela primeira vez e inciava um novo ciclo na sua vida.A edição do jornal "A Rua", de 1916, guardada por Carlos Bandeira Poppe, filho de Luiz Madeira Poppe, confirma a obra de Henrique. A edição foi publicada três dias após a sua morte, aos 35 anos, por uremia (doença provocada pelo mau funcionamento dos rins, incapazes de filtrar as impurezas do sangue). Henrique não teve filhos. Foi enterrado no Cemitério da Santa Casa, na sepultura número do 3° quadro, conforme descrevem os registros da época.
Nem todos ficaram de acordo com a cor da futura camisa do Clube. Subdividiram-se em dois grupos como fora o carnaval daquele ano - a decisão veio do carnaval de rua entre Venezianos e Esmeraldinos, um vermelho, outro verde. Justamente as cores pretendidas, ou uma, ou outra. O resultado da votação tirou da ata de fundação os que defendiam o verde. Mas o racha não esvaziou a reunião, muito menos o Clube. Ficou Vermelho e Branco para o resto da vida.
Fonte: Consulado do Internacional em Chapecó - SC > Internacional > História
segunda-feira, 18 de março de 2013
COLUNA: Há 100 Anos
Por: Colorada de POA
Mart@ Loss
Escolher 11 nomes em 100 anos de história é uma missão quase impossível. Ainda assim, quero registrar alguns dos melhores jogadores que vestiram a camisa colorada.
Vamos lá, quem aprovar minhas escolhas, COMENTE ai.
Manga - goleiro
Um dos maiores goleiros da história do futebol brasileiro, Manga construiu parte de sua brilhante trajetória com a camisa do Inter. Camisa 1 da equipe bicampeã brasileira de 75-76, formou uma das maiores defesas que o clube já teve, com Cláudio, Figueroa, Marinho Peres e Vacaria. Ágil e discreto, ele era elástico embaixo dos paus e ainda causou polêmica, depois, quando se transferiu para o Grêmio, quebrando um acordo informal entre os clubes de não contratar jogadores do rival.
Paulinho - lateral-direito
Lateral-direito do Rolinho, time que sucedeu o Rolo Compressor, Paulinho é escolha praticamente unânime entre os jogadores de sua posição que já vestiram a camisa do Inter. Tricampeão gaúcho em 51-52-53, foi reserva de Djalma Santos na Copa de 54 e se destacava, sobretudo, por seu marcante senso de liderança, o que lhe valeu o apelido de Capitão Piranha.
Gamarra - zagueiro
Durante três temporadas no Beira-Rio, Gamarra conseguiu parte da idolatria que Figueroa teve nos anos 70. Em um momento difícil da história do clube, o paraguaio se transformou em liderança técnica e moral sobre o grupo, tendo vencido o Campeonato Gaúcho de 1997, impedindo o tricampeonato de um Grêmio muito superior. Deixou o clube em seguida, mas ficou marcado para sempre.
Figueroa - zagueiro
Se o chileno Figueroa é um dos maiores zagueiros de todos os tempos, isso se deve principalmente ao que ele fez com a camisa do Internacional entre 1971 e 76. Autor do gol do primeiro título brasileiro da história colorada, jamais perdeu um Gre-Nal e foi três vezes eleito o melhor jogador da América do Sul. Ainda trabalhou como técnico e dirigente e se declara gaúcho e colorado de coração.
Oreco - lateral-esquerdo
Reserva de Nílton Santos na Copa de 58, Oreco fez história nos anos anteriores como o lateral e quarto-zagueiro do Internacional, em que conquistou cinco títulos gaúchos com o Rolinho, sucessor do Rolo Compressor. Sua história ainda registra mais uma passagem marcante, pelo Corinthians, depois de deixar o Rio Grande do Sul.
Carpegiani - volante
Gaúcho de Erechim, é um dos pratas da casa que mais deram certo na história do Inter, que defendeu em oito
temporadas. Técnico, inteligente e elegante, formou com Falcão e Caçapava o meio-campo mais marcante nos 100 anos do clube. Antes de se transferir ao Flamengo, em que também fez história, venceu dois títulos brasileiros e sete gaúchos. Ainda se transformou em um vitorioso treinador.
Falcão - volante
Há quem diga que se trata do principal jogador do Inter em todos os tempos e é provável que seja verdade. Paulo Roberto Falcão já era titular do clube aos 19 anos e foi o protagonista dos principais momentos da história colorada. É um dos poucos que participaram dos três títulos brasileiros, tendo atuações contra o Atlético-MG em 79 e Palmeiras em 76, ambas semifinais dos nacionais, que até hoje são lembradas. Fez história ainda na Seleção Brasileira e com a camisa da Roma.
Valdomiro - atacante
Jogador com mais partidas disputadas na história do Internacional, o ponta Valdomiro esteve em campo em todos os oito títulos gaúchos consecutivos, de 69 a 76, marca inatingível em todo o Rio Grande do Sul. Em mais de 800 jogos com a camisa colorada, ficou marcado como um jogador dedicado, além de exímio cobrador de faltas. Em 1980, deixou o Inter depois de 11 anos para jogar na Colômbia, mas já retornou no ano seguinte e venceu seu décimo estadual em 82.
Carlitos - atacante
Jogador mais efetivo do Rolo Compressor, Carlitos é o maior artilheiro da história do Inter, com a qual anotou 485 gols entre 39 e 51. No período, venceu dez títulos gaúchos e jamais vestiu uma camisa além da colorada, o que reforçou sua identificação com o Inter. Em seu currículo, ainda registra 42 gols em Gre-Nais e a marca de jamais ter desperdiçado um pênalti na carreira.
Tesourinha - atacante
Se Carlitos foi o mais efetivo, não há dúvidas de que Tesourinha era o mais virtuoso do Rolo Compressor. Ponta habilidoso e driblador, ele ganhou comparações com Garrincha e só não jogou a Copa de 50 em razão de uma lesão de última hora. Dono de oito títulos gaúchos, ainda foi vendido ao Vasco e, no fim da carreira, chegou a jogar rapidamente no Grêmio. O que não tira seu brilho no Inter, onde está ao lado de Falcão e Figueroa entre os maiores de todos os tempos.
Recomeço vitorioso: Canoas 1x3 Inter
Uma boa estréia, uma festa em comemoração dos 200 jogos de D'Alessandro e, de quebra, uma vitória. Assim começou o segundo turno do gauchão para o Inter. O colorado venceu o Canoas por 3x1 e largou na liderança do grupo B da Taça Farroupilha.
O jogo começou com o Inter pressionando o Canoas, em busca do primeiro gol. Depois de algumas tentativas, que pararam em Anderson, como o chute de D'Alessandro, que tentou acertar o ângulo e foi impedido por uma defesa sensacional do goleiro e o chute de Forlán, de primeira, que também parou no defensor, o Inter abriu o placar com Josimar, aos 25 minutos. Depois de uma boa tabela entre D'Ale, Damião e Josimar, o volante apareceu na cara de Anderson e não desperdiçou. Inter 1x0
A partir daí, o jogo ficou mais lento, com o Inter se valendo da vantagem, para levar o jogo para o segundo tempo e o Canoas tentando pelo menos o gol de empate. Gol que saiu aos 41 minutos. Com o time do Inter relaxado em campo, o Canoas partiu em um contra-ataque. A bola chegou em Fábio Santos, que limpou e bateu no ângulo de Muriel, que tentou, mas não alcançou a bola. 1x1
O primeiro tempo seguiu empatado até o fim, com as duas equipes fazendo passes até o apito do juiz.
No segundo tempo, o Inter voltou mais determinado a vencer. Logo aos cinco minutos, Vitor Jr. pegou a bola no campo de defesa e arrancou muito rapidamente até a área do Canoas. Depois de se livrar dos zagueiros, o jogador chutou forte, mas, novamente, o goleiro Anderson salvou a equipe da casa.
O jogo seguiu com o Inter pressionando, mas sem conseguir a conclusão a gol. Até que, aos 17 minutos, Forlán sofreu uma falta na frente da área do Canoas. Ele e D'Alessandro estavam posicionados para a cobrança e, após receber uma instrução do argentino, o atacante bateu a falta com muita categoria no canto esquerdo do goleiro Anderson. Golaço. 2x1 para o Inter.
Depois do segundo gol, o Inter seguiu com a posse de bola. O time do Canoas tentava alguns ataques, mas sem sucesso. E, para fechar o placar e acabar de vez com as esperanças dos donos da casa, Damião, que estava apagado desde o início da partida, recebeu um passe dentro da área, aguentou a marcação do zagueiro adversário, girou e mandou um chutaço em direção ao gol, sem chances para o goleiro. 3x1.
D'Ale ainda perdeu um gol. Depois de receber um passe na pequena área, o argentino limpou a bateu com força. A bola subiu um pouco e acertou o travessão. Na volta, Otávio chutou e acertou a trave novamente. Depois disso, nada mais foi feito no campo e o jogo terminou 3x1 para a equipe colorada.
Mesmo com o gol desperdiçado, D'Alessandro saiu de campo pela 200ª vez com a camisa do Inter com mais uma boa atuação e três pontos garantidos.
Com a vitória, o Inter começa o returno já na liderança do seu grupo, com três pontos. Na próxima rodada, enfrenta o São Luiz, adversário da final da Taça Piratini, no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo. O jogo acontece dia 21, quinta, as 17:00.
Eduardo Schwarzbold
domingo, 17 de março de 2013
Pré-Jogo Canoas x Inter
Vai começar o returno do gauchão, a Taça Farroupilha! E na estréia, o Inter enfrenta a equipe do Canoas, fora de casa, no Complexo Esportivo da Ulbra.
Como venceu o primeiro turno, o Inter vem motivado para a estréia, já que, se vencer o segundo turno, se torna automaticamente o campeão do Campeonato Gaúcho. E, com essa motivação, que o Inter vem pra campo para buscar a vitória. E vem com a seguinte formação:
Muriel; Gabriel e Moledo (Alan); Juan e Fabrício; Ygor, Josimar, Vitor Jr. e D'Alessandro; Forlán e Damião.
Os destaques ficam para a entrada de Vitor Jr. que entra no lugar de Fred, suspenso e para a possível entrada de Alan no lugar de Moledo, que ainda está sob observação e pode não começar jogando contra o Canoas.
Detalhes da partida:
Primeira rodada do returno do Gauchão: Taça Farroupilha
Local: Complexo Desportivo da Ulbra.
Horário: 16 horas.
Árbitro: Roger Goulart.
Transmissão: a RBS TV transmite o jogo.
Eduardo Schwarzbold
@Eduardo_S93
sexta-feira, 15 de março de 2013
A última vez que vi assim...
O título é uma menção ao jogo do último domingo, quando o Internacional venceu o São Luiz por 5x0 fora de casa.
Por mais que o Gauchão não seja parâmetro, pelo abismo enorme de qualidade entre os times da dupla greNal e os time do interior, fazia muito tempo que não via o Inter jogar de forma muito organizada e eficaz.
O toque de bola, o domínio do meio de campo, as roubadas de bola, a recomposição da zaga, o apoio dos laterais, tudo isso foi possível verificar na prática neste último jogo.
Mais uma vez afirmo, Gauchão não é parâmetro, mas serve como preparação de time.
A última vez que vi assim foi em 2009.
O Inter tinha realmente um time muito bom e muito organizado em campo.
O Internacional de Tite e do Centenário, onde em uma final de campeonatio conseguiu, mais uma vez, meter 8x1 no adversário, sendo que 7x0 foi no primeiro tempo.
O Inter passou a ser considerado o melhor time do Brasil por causa deste jogos e de alguns que vieram na sequencia contra Guarani e Náutico (que também não são lá grandes times de parâmetro).
Mas para se ter uma noção, vale a pena uma comparação dos dois times, 2013 x 2009, para saber de que maneira estamos servidos de jogadores e de time.
Goleiro: Lauro x Muriel
Lauro vivia sua melhor fase em 2009. Muriel nem no Inter jogava.
Lauro foi titular o ano inteiro de 2009 e falhou em apenas 02 jogos (contra o Barueri e Corinthians no Brasileirão).
Muriel é titular do Inter desde 2011, herdando de Renan a posição, porque este andava falhando muito.
Hoje Muriel é quase imune no Inter. Não tem reserva a altura.
Lateral Direito: Gabriel x Bolívar
Bolívar foi jogar na lateral direita porque havia excesso de zagueiros em 2008 na Sulamericana e escassez de laterais. Não comprometeu, mas não tinha força no apoio.
Gabriel chegou agora depois de um ano inteiro jogado às traças no rival. Quer provar que ainda rende.
Tem reserva que ninguém sabe se pode agregar ao time (Hélder).
Gabriel está bem, mas ainda precisa provar que é regular.
Zagueiro: Índio x Moledo
Índio viveu sua melhor fase no Inter em 2009.
Virou homem greNal. Entrou para história como um dos melhores zagueiros da história clube por causa das atuações deste ano.
Moledo está se afirmando no Inter em 2013. Consegue manter uma regularidade boa no time.
Como ainda é jovem, pode mostrar muito boa regularidade, mas para isso precisa jogar com simplicidade.
Zagueiro: Álvaro x Juan
Álvaro jogou pouco no Inter.
Os bastidores do clube falam que era muito encrenqueiro no vestiário em busca de "liderança".
Em campo não foi uma sumidade, falhou muito em alguns jogos perdendo a titularidade da final da Copa do Brasil.
Juan chegou em 2012 e só passava no departamento médico.
Ainda está mostrando se tem valor real ao Inter.
Lateral Esquerdo: Kléber x Fabrício
Kléber em 2009 não era chicletinho. Apoiava com qualidade e seus cruzamentos eram mortais.
Fabrício está no Inter desde 2011 e somente agora consegue mostrar um pouco de qualidade.
Ainda tem que provar seu valor ao time.
Volante: Sandro x Ygor
Sandro era a grande revelação do Inter para 2009.
Foi muito bem no Inter esse ano, apesar de na final da Copa do Brasil falhar em um dos gols, pois saía muito bem com a bola, mas se "achou" nessa fase.
Ygor chegou ano passado sendo a melhor contratação do 2º semestre de 2012.
Como é jovem, ainda tem a provar sua importância/valor ao Inter.
Por enquanto vai bem.
Volante: Magrão x Josimar
Magrão era o cara "maldoso" do time de 2009.
Não levava desaforo pra casa, e em campo compôs muito bem a companhia com Guiñazu.
Josimar jogou domingo o seu primeiro bom jogo pelo Inter.
Não creio que se manterá na titularidade do time.
Armador: Guiñazu x Fred
Guina não era um armador. Era o 3º volante.
Teve seu melhor ano no Inter em 2009. Fez gol na final do Gauchão daquele ano.
Fred é hoje a principal revelação do clube.
Ainda se adapta ao time de Dunga para saber seu melhor lugar no time (volante ou armador).
Às vezes se mostra afoito, mas tem qualidade.
Armador: D'alessandro x D'alessandro
Em 2009 jogava muito bem e era grande protagonista do time junto com Nilmar e Taison.
Hoje D'alessandro é mais cerebral. 10 legítimo.
Em 2009 entrou em muita confusão.
Hoje se mostra mais líder do grupo.
Atacante: Taison x Forlán
Taison viveu sua melhor fase em 2009.
Fazia gol de tudo quanto é jeito no 1º semestre daquele ano.
Caiu de produção no 2º semestre.
Forlán estreou no Inter em 2013, ainda que tenha sido contratado em 2012.
Às vezes se mostra dispersivo em campo.
Tem mostrado qualidade, agora falta mostrar regularidade.
Atacante: Nilmar x Damião
Nilmar, para mim, foi o melhor atacante que passou pelo Internacional nos últimos quase 20 anos.
Em 2009 fez muitos golaços, e gols importantes também.
Mas sempre forçava para ir embora para a Europa.
Damião jogou muito em 2011, mais ou menos em 2012, e pouco em 2013.
Quem sabe com os gols do último domingo, tenha retomado a boa fase.
Tem estilo totalmente diferente de Nilmar.
É o legítimo matador.
A comparação acima não é para concorrência, mas sim uma curiosidade.
Em 2009 foi a última vez que vi o Inter jogar de forma muito organizada em campo, e demonstrou isso através de resultados.
Em 2013 o Inter é uma aposta com Dunga treinando pela primeira vez um clube.
Parece estar dando certo. O tempo dirá.
Mas sempre lembrando que Gauchão não é parâmetro, mas serve como preparação para competições mais importantes.
Saudações Coloradas
Alexandre - ColoradoBH
Por mais que o Gauchão não seja parâmetro, pelo abismo enorme de qualidade entre os times da dupla greNal e os time do interior, fazia muito tempo que não via o Inter jogar de forma muito organizada e eficaz.
O toque de bola, o domínio do meio de campo, as roubadas de bola, a recomposição da zaga, o apoio dos laterais, tudo isso foi possível verificar na prática neste último jogo.
Mais uma vez afirmo, Gauchão não é parâmetro, mas serve como preparação de time.
A última vez que vi assim foi em 2009.
O Inter tinha realmente um time muito bom e muito organizado em campo.
O Internacional de Tite e do Centenário, onde em uma final de campeonatio conseguiu, mais uma vez, meter 8x1 no adversário, sendo que 7x0 foi no primeiro tempo.
O Inter passou a ser considerado o melhor time do Brasil por causa deste jogos e de alguns que vieram na sequencia contra Guarani e Náutico (que também não são lá grandes times de parâmetro).
Mas para se ter uma noção, vale a pena uma comparação dos dois times, 2013 x 2009, para saber de que maneira estamos servidos de jogadores e de time.
Goleiro: Lauro x Muriel
Lauro vivia sua melhor fase em 2009. Muriel nem no Inter jogava.
Lauro foi titular o ano inteiro de 2009 e falhou em apenas 02 jogos (contra o Barueri e Corinthians no Brasileirão).
Muriel é titular do Inter desde 2011, herdando de Renan a posição, porque este andava falhando muito.
Hoje Muriel é quase imune no Inter. Não tem reserva a altura.
Lateral Direito: Gabriel x Bolívar
Bolívar foi jogar na lateral direita porque havia excesso de zagueiros em 2008 na Sulamericana e escassez de laterais. Não comprometeu, mas não tinha força no apoio.
Gabriel chegou agora depois de um ano inteiro jogado às traças no rival. Quer provar que ainda rende.
Tem reserva que ninguém sabe se pode agregar ao time (Hélder).
Gabriel está bem, mas ainda precisa provar que é regular.
Zagueiro: Índio x Moledo
Índio viveu sua melhor fase no Inter em 2009.
Virou homem greNal. Entrou para história como um dos melhores zagueiros da história clube por causa das atuações deste ano.
Moledo está se afirmando no Inter em 2013. Consegue manter uma regularidade boa no time.
Como ainda é jovem, pode mostrar muito boa regularidade, mas para isso precisa jogar com simplicidade.
Zagueiro: Álvaro x Juan
Álvaro jogou pouco no Inter.
Os bastidores do clube falam que era muito encrenqueiro no vestiário em busca de "liderança".
Em campo não foi uma sumidade, falhou muito em alguns jogos perdendo a titularidade da final da Copa do Brasil.
Juan chegou em 2012 e só passava no departamento médico.
Ainda está mostrando se tem valor real ao Inter.
Lateral Esquerdo: Kléber x Fabrício
Kléber em 2009 não era chicletinho. Apoiava com qualidade e seus cruzamentos eram mortais.
Fabrício está no Inter desde 2011 e somente agora consegue mostrar um pouco de qualidade.
Ainda tem que provar seu valor ao time.
Volante: Sandro x Ygor
Sandro era a grande revelação do Inter para 2009.
Foi muito bem no Inter esse ano, apesar de na final da Copa do Brasil falhar em um dos gols, pois saía muito bem com a bola, mas se "achou" nessa fase.
Ygor chegou ano passado sendo a melhor contratação do 2º semestre de 2012.
Como é jovem, ainda tem a provar sua importância/valor ao Inter.
Por enquanto vai bem.
Volante: Magrão x Josimar
Magrão era o cara "maldoso" do time de 2009.
Não levava desaforo pra casa, e em campo compôs muito bem a companhia com Guiñazu.
Josimar jogou domingo o seu primeiro bom jogo pelo Inter.
Não creio que se manterá na titularidade do time.
Armador: Guiñazu x Fred
Guina não era um armador. Era o 3º volante.
Teve seu melhor ano no Inter em 2009. Fez gol na final do Gauchão daquele ano.
Fred é hoje a principal revelação do clube.
Ainda se adapta ao time de Dunga para saber seu melhor lugar no time (volante ou armador).
Às vezes se mostra afoito, mas tem qualidade.
Armador: D'alessandro x D'alessandro
Em 2009 jogava muito bem e era grande protagonista do time junto com Nilmar e Taison.
Hoje D'alessandro é mais cerebral. 10 legítimo.
Em 2009 entrou em muita confusão.
Hoje se mostra mais líder do grupo.
Atacante: Taison x Forlán
Taison viveu sua melhor fase em 2009.
Fazia gol de tudo quanto é jeito no 1º semestre daquele ano.
Caiu de produção no 2º semestre.
Forlán estreou no Inter em 2013, ainda que tenha sido contratado em 2012.
Às vezes se mostra dispersivo em campo.
Tem mostrado qualidade, agora falta mostrar regularidade.
Atacante: Nilmar x Damião
Nilmar, para mim, foi o melhor atacante que passou pelo Internacional nos últimos quase 20 anos.
Em 2009 fez muitos golaços, e gols importantes também.
Mas sempre forçava para ir embora para a Europa.
Damião jogou muito em 2011, mais ou menos em 2012, e pouco em 2013.
Quem sabe com os gols do último domingo, tenha retomado a boa fase.
Tem estilo totalmente diferente de Nilmar.
É o legítimo matador.
A comparação acima não é para concorrência, mas sim uma curiosidade.
Em 2009 foi a última vez que vi o Inter jogar de forma muito organizada em campo, e demonstrou isso através de resultados.
Em 2013 o Inter é uma aposta com Dunga treinando pela primeira vez um clube.
Parece estar dando certo. O tempo dirá.
Mas sempre lembrando que Gauchão não é parâmetro, mas serve como preparação para competições mais importantes.
Saudações Coloradas
Alexandre - ColoradoBH
quinta-feira, 14 de março de 2013
COLUNA: Há 100 Anos
Estádio dos Eucaliptos
Por: Mart@ Loss
@ColoradaDePOA
No ano de 1928, o Asilo da Providência (dono da Chácara dos Eucaliptos) resolveu vender o terreno onde o clube mandava suas partidas, dando preferência ao Inter, embora o preço fosse alto. Mas o Inter não se interessou pelo terreno e, sem sede, esteve próximo de fechar.
Até que o engenheiro Ildo Meneghetti iniciou uma campanha de arrecadação de dinheiro para comprar um terreno no bairro Menino Deus. Depois de 20 anos utilizando campos alheios, o Colorado finalmente adquiria uma propriedade. O Estádio dos Eucaliptos, com suas arquibancadas de madeira que abrigavam aproximadamente 10 mil pessoas. No dia 15 de março de 1931, o Inter inaugurava o "majestoso" Estadio dos Eucaliptos. Na inauguração o Inter venceu o Grêmio por 3 a 0. O Estádio dos Eucaliptos é o único do
Rio Grande do Sul a sediar jogos da Copa do Mundo. Em 1950 duas partidas foram realizadas: México x Iugoslávia e México x Suíça. Esta seria a casa colorada até o aparecimento do Beira-Rio, em 1969.
quinta-feira, 7 de março de 2013
O Inter Retrô!!!!!
Hola Nação Colorada
Como primeira postagem aqui no blog quero antes agradecer à organização/direção pelo convite para escrever no espaço.
A sugestão foi para sempre escrever sobre jogadores históricos do Inter, como também dar sempre pitacos sobre o time atual, administração do clube, fatos relevantes do nosso clube.
A única coisa que me nego a escrever é sobre política.
Mas vamos lá ao nosso primeiro assunto. No último domingo no jogo Inter 2x0 Esportivo, tivemos um "duelo" entre Dunga e Winck.
Devido a este confronto fora das quatro linhas, resolvi relatar nesse primeiro post aquela que eu considero a Minha Seleção Colorada, daqueles que eu vi jogar com a camisa vermelha, desde que comecei a acompanhar o Internacional em 1986.
A lista abaixo se refere aos jogadores de várias décadas, por posição, com um pequeno descritivo de quando jogaram.
Goleiro: Taffarel
Taffarel não ganhou nada pelo Inter. Tomou frango em GreNal, falhou em jogos importantes, como contra o Olímpia em 1989, no 1º gol. Mas ele tinha uma segurança debaixo das traves que deixava a torcida tranquila. Defesas simples, boa saída do gol, sempre bem colocado, sem necessidade de mídia, ou de se aparecer. Este para mim, foi o melhor goleiro que vi jogar com a camisa 1 do Inter.
Lateral Direito: Luis Carlos Winck
Winck, que no início era apenas Luis Carlos, ficou muito marcado no Inter por não conseguir parar a “sua” bruxa, Jorge Veras. Mas inegavelmente era um lateral completo, sabia atacar e defender com segurança. Quebrou a perna na Libertadores de 1989, contra o Peñarol no Uruguay, e antes disso, jogou o GreNal do século com o braço engessado. Saiu do Inter para o Vasco, sem querer ir, mas o clube precisava de grana. Depois do Winck, só o Ceará chegou perto de jogar com a mesma regularidade que ele. Mas o Winck jogou em times medíocres que o Inter montava, exceção 1988, o Ceará pegou o Inter com um bom conjunto/plantel. Assim fica mais fácil.
Zagueiro: Índio
O que dizer de um jogador que mesmo com a fama de baladeiro, mulherengo, ainda assim consegue se mostrar eficiente em campo? Índio dó jogou mal, quando todo o time jogou mal. Foi ridicularizado pelo presidente do Grêmio (Odone) muitas vezes, até na contratação, onde disse que “Ínidio é reforço para lotar aeroporto?”. E o zagueirão sempre deu a resposta. Gols e mais gols em GreNais. Atuações convincentes e seguras. E sem falar no nariz quebrado no título Mundial. Foi dele o início da jogada que surgiu o gol mais importante da história do Inter. Mas escolho Índio pelo seu futebol. O Interrrrrrrrrminável.
Zagueiro: Gamarra
O paraguaio era uma pessoa de apenas um olho, numa terra de cegos. Gamarra ganhou apenas 01 gauchão pelo Inter, mas ficou marcado pelas atuações regulares em campo. Desarmes perfeitos, gols raros, mas importantes para o momento de uma partida (lembro de dois: Juventude no Gauchão de 1996 e Flamengo na Copa do Brasil do mesmo ano). A Regularidade e dedicação faz com que Gamarra companha a zaga com Índio na minha Seleção Colorada.
Lateral Esquerdo: Kleber
Pois é gente!!! O chicletinho definitivamente está anos luz a frente de todos os laterais esquerdos que vi jogar no Beira Rio. Muitos foram esforçados, mas ninguém foi efetivo, a ponto de contribuir para uma vitória ou um título. Com a camisa 6 do Inter eu vi jogar Cleomir, Luciano, Gustavo, Dênis, Cássio, Chiquinho, Edu Silva, Casemiro e Branco. Se tem outro, é porque nem o nome me chamou a atenção. Então o chicletinho faz parte da minha seleção, por ter sido o melhor lateral esquerdo que vi jogar na posição. Os improvisados em não conto (Jorge Wagner e Alex).
Volante: Fernando
O 1º volante para mim tem que ser um jogador “pedreiro”, que não tenha muita frescura, e saiba intimidar o marcador, ou desarmar com muita frequência O Ygor está no caminho, mas não para comparar ainda. Fernando jogou entre 1996 e 1997 no Inter, e se destacava junto com Gamarra como um dos poucos jogadores com atuações regulares, em momentos difíceis do clube, onde o rival ganhava tudo (quer dizer, quase tudo). Se não me engano o Fernando foi o jogador mais longevo do Brasileirão, jogou até os 41, terminando a carreira num time pequeno de São Paulo, que não me lembro agora.
2º volante: Guiñazu
El Cholo faz parte da história do Inter para mim por ser um jogador que se entrega em todos os jogos. Uma vez eu ouvi na TV o Arnaldo Cezar Coelho dizendo que não convida o Guiñazu para jogo de “Casados x Solteiros”. Como eu gosto de futebol força, aliado a arte individual em pró do clube, então Guina vai fazer parte da minha Seleção, ainda que teime em não chutar em gol, ou jogar muita bola para trás. Mas os seus desarmes, entrega em campo, garra, contamina quem tá ao redor.
Armador: Luis Fernando Flores
Luis Fernando era o camisa 8 do Inter na Libertadores de 1989. Foi dele o gol de bicicleta contra o Olímpia em Assunción. Era um jogador regular e que sempre se apresentava no ataque, com personalidade. Jogou no Inter de 1986 a 1989. Tinha o estilo de jogo que agradava todos os treinadores. Fez um gol também no jogo da volta contra o Olímpia, mas não foi suficiente. Depois rodou por Bahia e Cruzeiro, mas ficou marcado como grande jogador para a armação que vi jogar.
Armador: D'alessandro
Indiscutivelmente Craque. Não vi nenhum camisa 10 chegar perto do que D'alessandro joga com a camisa do Inter. Em 2006 no mundial não tínhamos um camisa 10 nato. Iarley era atacante jogando com a 10. D'alessandro é armador clássico. Sabe tocar o ritmo do time. Toca bola e sabe armar um jogo como poucos. Seu pecado é chutar muitas vezes de forma fraca. Mas o gringo vai sempre pra cima. Sabe fazer o time jogar e sabe segurar a bola quando precisa de uma catimba. Em 2012 ano eu vi ele acabar com o jogo 2 vezes, contra o Once Caldas (1×0) e contra o Vasco no RJ (2×1). Ainda quero ver ele levantando uma taça de Mundial pelo Inter. Em 2013 voltou a ser um jogador regular, pensante e comandante do meio-campo colorado. Como tem contrato até 2015, ainda é possível. Outra coisa que me cativa em D'alessandro é a sua necessidade de ter o torcedor junto com o time. Ele sempre vai para a torcida, seja para festejar, seja para retrucar. Ele tem sangue latino, fervente, e isso faz com que a torcida jogue junto com o time muitas vezes. Definitivamente para mim D'alessandro é 10.
Atacante: Nilmar
Nilmar é um mercenário. Joga para quem pagar mais. Isso se provou na negociação frustrada em 2012 na 2ª tentativa de repatriamento. Mas isso não tira a capacidade de resolver um lance de ataque em segundos, como ele sabe fazer. Nilmar fez gols muito importantes pelo Inter, mas era muito efetivo no ataque, pois não se escondia do jogo. Nos últimos tempos o Inter teve bons atacantes, mas para mim o Nilmar se destaca pela qualidade.
Atacante: Fernandão
Fernandão foi o grande responsável por mudar o espírito de jogo ou a forma de encarar um jogo pelo Internacional. Em campo ele foi um verdadeiro líder. Em 2005 e 2006 ninguém jogou mais que ele. Fernandão consagrou Sóbis, tornou seu cabeceio uma jogada mortal quando tinha o Chiquinho em boa fase em 2004, assimilou a rivalidade GreNal, fazendo o gol 1000 e 1001 em clássicos, e ainda fez mais. Na Libertadores de 2006 foi um verdadeiro capitão, um verdadeiro comandante em campo. E no Mundial, no marcante jogo contra o Barcelona, jogou marcando, sim, marcando a saída de bola do time espanhol, onde ele percebeu que se parasse a jogada num jogador específico (Tiago Motta), o time do Barcelona teria que buscar alternativas que não eram das mais eficientes. Por isso Fernandão foi coadjuvante no jogo. Mas ainda assim teve luz, pois saiu para a entrada de quem fez o gol do título. Outro fato que me marcou a respeito da qualidade de Fernandão como atacante foi no grande jogo de 8×1 contra o Juventude na final do Gauchão de 2008. No 1º jogo, perdemos por culpa dele, que perdeu uma bola de forma bisonha querendo que o tempo passasse. No jogo da volta fez “só” 3 gols e deu a volta por cima. Ou seja, as coisas com ele se resolviam dentro de campo. E sempre se resolviam. O Inter precisava dele, enquanto ele era jogador.
Minha Seleção acaba aqui, mas poderia ter um banco de suplentes com: André, Aguirregaray, Élson, Maurício, Edu Lima, Tinga, Sóbis, Damião e Fabiano.
Enfim, se cometi alguma injustiça, confesso que esta minha eleição teve um “quê” de preferência também, mas sempre lembrando que o jogador tem que fazer história pelo time, e não simplesmente vestir a camisa por pouco tempo, e em parte dele ficar no ostracismo.
Esse Inter que escalei aqui, seria competitivo sempre, mesmo com o chicletinho.
E para treinador eu escolho Abel Braga, por tudo que representou para o Inter enquanto esteve no clube, desde 1988/1989, como depois em 1991, 1995, 2006/2007 e depois 2007/2008.
Como curiosidade, Abel só não treinou D'alessandro e Kleber. Os demais todos se destacaram com ele.
Como primeira postagem aqui no blog quero antes agradecer à organização/direção pelo convite para escrever no espaço.
A sugestão foi para sempre escrever sobre jogadores históricos do Inter, como também dar sempre pitacos sobre o time atual, administração do clube, fatos relevantes do nosso clube.
A única coisa que me nego a escrever é sobre política.
Mas vamos lá ao nosso primeiro assunto. No último domingo no jogo Inter 2x0 Esportivo, tivemos um "duelo" entre Dunga e Winck.
Devido a este confronto fora das quatro linhas, resolvi relatar nesse primeiro post aquela que eu considero a Minha Seleção Colorada, daqueles que eu vi jogar com a camisa vermelha, desde que comecei a acompanhar o Internacional em 1986.
A lista abaixo se refere aos jogadores de várias décadas, por posição, com um pequeno descritivo de quando jogaram.
Goleiro: Taffarel
Taffarel não ganhou nada pelo Inter. Tomou frango em GreNal, falhou em jogos importantes, como contra o Olímpia em 1989, no 1º gol. Mas ele tinha uma segurança debaixo das traves que deixava a torcida tranquila. Defesas simples, boa saída do gol, sempre bem colocado, sem necessidade de mídia, ou de se aparecer. Este para mim, foi o melhor goleiro que vi jogar com a camisa 1 do Inter.
Lateral Direito: Luis Carlos Winck
Winck, que no início era apenas Luis Carlos, ficou muito marcado no Inter por não conseguir parar a “sua” bruxa, Jorge Veras. Mas inegavelmente era um lateral completo, sabia atacar e defender com segurança. Quebrou a perna na Libertadores de 1989, contra o Peñarol no Uruguay, e antes disso, jogou o GreNal do século com o braço engessado. Saiu do Inter para o Vasco, sem querer ir, mas o clube precisava de grana. Depois do Winck, só o Ceará chegou perto de jogar com a mesma regularidade que ele. Mas o Winck jogou em times medíocres que o Inter montava, exceção 1988, o Ceará pegou o Inter com um bom conjunto/plantel. Assim fica mais fácil.
Zagueiro: Índio
O que dizer de um jogador que mesmo com a fama de baladeiro, mulherengo, ainda assim consegue se mostrar eficiente em campo? Índio dó jogou mal, quando todo o time jogou mal. Foi ridicularizado pelo presidente do Grêmio (Odone) muitas vezes, até na contratação, onde disse que “Ínidio é reforço para lotar aeroporto?”. E o zagueirão sempre deu a resposta. Gols e mais gols em GreNais. Atuações convincentes e seguras. E sem falar no nariz quebrado no título Mundial. Foi dele o início da jogada que surgiu o gol mais importante da história do Inter. Mas escolho Índio pelo seu futebol. O Interrrrrrrrrminável.
Zagueiro: Gamarra
O paraguaio era uma pessoa de apenas um olho, numa terra de cegos. Gamarra ganhou apenas 01 gauchão pelo Inter, mas ficou marcado pelas atuações regulares em campo. Desarmes perfeitos, gols raros, mas importantes para o momento de uma partida (lembro de dois: Juventude no Gauchão de 1996 e Flamengo na Copa do Brasil do mesmo ano). A Regularidade e dedicação faz com que Gamarra companha a zaga com Índio na minha Seleção Colorada.
Lateral Esquerdo: Kleber
Pois é gente!!! O chicletinho definitivamente está anos luz a frente de todos os laterais esquerdos que vi jogar no Beira Rio. Muitos foram esforçados, mas ninguém foi efetivo, a ponto de contribuir para uma vitória ou um título. Com a camisa 6 do Inter eu vi jogar Cleomir, Luciano, Gustavo, Dênis, Cássio, Chiquinho, Edu Silva, Casemiro e Branco. Se tem outro, é porque nem o nome me chamou a atenção. Então o chicletinho faz parte da minha seleção, por ter sido o melhor lateral esquerdo que vi jogar na posição. Os improvisados em não conto (Jorge Wagner e Alex).
Volante: Fernando
O 1º volante para mim tem que ser um jogador “pedreiro”, que não tenha muita frescura, e saiba intimidar o marcador, ou desarmar com muita frequência O Ygor está no caminho, mas não para comparar ainda. Fernando jogou entre 1996 e 1997 no Inter, e se destacava junto com Gamarra como um dos poucos jogadores com atuações regulares, em momentos difíceis do clube, onde o rival ganhava tudo (quer dizer, quase tudo). Se não me engano o Fernando foi o jogador mais longevo do Brasileirão, jogou até os 41, terminando a carreira num time pequeno de São Paulo, que não me lembro agora.
2º volante: Guiñazu
El Cholo faz parte da história do Inter para mim por ser um jogador que se entrega em todos os jogos. Uma vez eu ouvi na TV o Arnaldo Cezar Coelho dizendo que não convida o Guiñazu para jogo de “Casados x Solteiros”. Como eu gosto de futebol força, aliado a arte individual em pró do clube, então Guina vai fazer parte da minha Seleção, ainda que teime em não chutar em gol, ou jogar muita bola para trás. Mas os seus desarmes, entrega em campo, garra, contamina quem tá ao redor.
Armador: Luis Fernando Flores
Luis Fernando era o camisa 8 do Inter na Libertadores de 1989. Foi dele o gol de bicicleta contra o Olímpia em Assunción. Era um jogador regular e que sempre se apresentava no ataque, com personalidade. Jogou no Inter de 1986 a 1989. Tinha o estilo de jogo que agradava todos os treinadores. Fez um gol também no jogo da volta contra o Olímpia, mas não foi suficiente. Depois rodou por Bahia e Cruzeiro, mas ficou marcado como grande jogador para a armação que vi jogar.
Armador: D'alessandro
Indiscutivelmente Craque. Não vi nenhum camisa 10 chegar perto do que D'alessandro joga com a camisa do Inter. Em 2006 no mundial não tínhamos um camisa 10 nato. Iarley era atacante jogando com a 10. D'alessandro é armador clássico. Sabe tocar o ritmo do time. Toca bola e sabe armar um jogo como poucos. Seu pecado é chutar muitas vezes de forma fraca. Mas o gringo vai sempre pra cima. Sabe fazer o time jogar e sabe segurar a bola quando precisa de uma catimba. Em 2012 ano eu vi ele acabar com o jogo 2 vezes, contra o Once Caldas (1×0) e contra o Vasco no RJ (2×1). Ainda quero ver ele levantando uma taça de Mundial pelo Inter. Em 2013 voltou a ser um jogador regular, pensante e comandante do meio-campo colorado. Como tem contrato até 2015, ainda é possível. Outra coisa que me cativa em D'alessandro é a sua necessidade de ter o torcedor junto com o time. Ele sempre vai para a torcida, seja para festejar, seja para retrucar. Ele tem sangue latino, fervente, e isso faz com que a torcida jogue junto com o time muitas vezes. Definitivamente para mim D'alessandro é 10.
Atacante: Nilmar
Nilmar é um mercenário. Joga para quem pagar mais. Isso se provou na negociação frustrada em 2012 na 2ª tentativa de repatriamento. Mas isso não tira a capacidade de resolver um lance de ataque em segundos, como ele sabe fazer. Nilmar fez gols muito importantes pelo Inter, mas era muito efetivo no ataque, pois não se escondia do jogo. Nos últimos tempos o Inter teve bons atacantes, mas para mim o Nilmar se destaca pela qualidade.
Atacante: Fernandão
Fernandão foi o grande responsável por mudar o espírito de jogo ou a forma de encarar um jogo pelo Internacional. Em campo ele foi um verdadeiro líder. Em 2005 e 2006 ninguém jogou mais que ele. Fernandão consagrou Sóbis, tornou seu cabeceio uma jogada mortal quando tinha o Chiquinho em boa fase em 2004, assimilou a rivalidade GreNal, fazendo o gol 1000 e 1001 em clássicos, e ainda fez mais. Na Libertadores de 2006 foi um verdadeiro capitão, um verdadeiro comandante em campo. E no Mundial, no marcante jogo contra o Barcelona, jogou marcando, sim, marcando a saída de bola do time espanhol, onde ele percebeu que se parasse a jogada num jogador específico (Tiago Motta), o time do Barcelona teria que buscar alternativas que não eram das mais eficientes. Por isso Fernandão foi coadjuvante no jogo. Mas ainda assim teve luz, pois saiu para a entrada de quem fez o gol do título. Outro fato que me marcou a respeito da qualidade de Fernandão como atacante foi no grande jogo de 8×1 contra o Juventude na final do Gauchão de 2008. No 1º jogo, perdemos por culpa dele, que perdeu uma bola de forma bisonha querendo que o tempo passasse. No jogo da volta fez “só” 3 gols e deu a volta por cima. Ou seja, as coisas com ele se resolviam dentro de campo. E sempre se resolviam. O Inter precisava dele, enquanto ele era jogador.
Minha Seleção acaba aqui, mas poderia ter um banco de suplentes com: André, Aguirregaray, Élson, Maurício, Edu Lima, Tinga, Sóbis, Damião e Fabiano.
Enfim, se cometi alguma injustiça, confesso que esta minha eleição teve um “quê” de preferência também, mas sempre lembrando que o jogador tem que fazer história pelo time, e não simplesmente vestir a camisa por pouco tempo, e em parte dele ficar no ostracismo.
E para treinador eu escolho Abel Braga, por tudo que representou para o Inter enquanto esteve no clube, desde 1988/1989, como depois em 1991, 1995, 2006/2007 e depois 2007/2008.
Como curiosidade, Abel só não treinou D'alessandro e Kleber. Os demais todos se destacaram com ele.
Vamos ver agora com nosso Dunga, se consegue se manter no comando do time pelo mesmo tempo que ficou na Seleção (4 anos), o que seria um recorde.
Basta que sempre coloque o Inter em campo de forma competitiva.
Basta que sempre coloque o Inter em campo de forma competitiva.
Tenho certeza que estaremos sempre incomodando os times de modinhas da mídia.
Saudações Coloradas a todos!!!!
Alexandre Sampaio - ColoradoBH
Saudações Coloradas a todos!!!!
Alexandre Sampaio - ColoradoBH
terça-feira, 5 de março de 2013
COLUNA: Há 100 Anos
Primeiras partidas
Por: Mart@ Loss
@ColoradaDePOA
O Internacional realizou seus primeiros treinamentos já no primeiro mês de fundação, em abril de 1909, num terreno da Rua Arlindo, na Ilhota. Mas o time nem chegou a jogar ali, ficando no local apenas um ano. As inundações freqüentes fizeram com que fosse logo abandonado o campo da Ilhota. Atualmente neste local fica a Praça Sport Club Internacional no bairro Azenha.
Para marcar definitivamente a rivalidade entre os dois maiores clubes do Rio Grande do Sul, os dirigentes do clube convidaram o Grêmio (já com seis anos de experiência) para disputar o primeiro clássico Grenal da história. No dia 18 de julho do mesmo ano, o Internacional realizou sua primeira partida, no estádio do Grêmio (Baixada), situado no Bairro Moinhos de Vento. O resultado não poderia ser pior para o Inter, que com apenas três meses de fundação, perdeu por 10 x 0 para o Grêmio.
No dia 7 de setembro de 1909, com cinco meses de vida, o Internacional obteve seu primeiro empate contra uma equipe considerada de primeira linha na época: 0 a 0 contra o Militar Football Club, que no ano seguinte seria o campeão citadino. Mas a primeira vitória viria ainda neste ano, no dia 12 de outubro contra o mesmo Militar, por 2 a 1. Esta foi a primeira de muitas vitórias do clube.
Em 1910, o clube foi transferido para um campo da Várzea, Parque da Redenção, local que hoje ficaria entre o Hospital de Pronto Socorro e o Colégio Militar. O lugar possuía até um elegante pavilhão para mil pessoas. Em 1911, o lateral-direito Benjamin Vinholes marcou o primeiro gol colorado contra o Grêmio, no 10 a 1 para o tricolor Gaúcho.
Expulso da Várzea, o Inter foi procurar um outro campo e, em 1912, o novo presidente do clube (Julio Seelig) conseguiu alugar um campo em uma alameda próxima ao início da Rua José de Alencar, a Chácara dos Eucaliptos. Em 1928, o dono da Chácara resolve colocá-la a venda e dá prioridade ao Inter, que não possuía o dinheiro para realizar a compra. No ano seguinte o presidente recém eleito, Ildo Meneghetti, encontra um terreno disponível na Rua Silveiro, Bairro Menino Deus - que ainda hoje tem o mesmo nome e abriga quadras de futebol para aluguel - e o compra. Naquele local foi erguido o primeiro estádio, conhecido como Estádio dos Eucaliptos. O estádio, inaugurado em março de 1931, possuía gramado de futebol, instalações sociais, ginástica e outros esportes.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Show de Forlán e vaga na final
O Inter está classificado para a final da Taça Piratini. Com um show do atacante Forlán, o Inter venceu o Esportivo por 2x0 e decide o primeiro turno do gauchão com o São Luiz de Ijuí.
O jogo que decide o campeão do turno vai acontecer dia 10/03, no estádio 19 de Outubro, em Ijuí.
O Inter não tomou conhecimento do Esportivo e mandou no jogo do início ao fim. Jogando tranquilamente, o colorado dominou a partida e venceu por 2x0 de forma natural.
O primeiro lance de perigo no jogo, porém, foi só aos 24 minutos de jogo. Fred chutou forte e o goleiro Fabiano fez a defesa. Mas, logo no segundo chute a gol do Inter, Forlán não desperdiçou. Com um chute de fora da área, o uruguaio marcou um golaço, praticamente no ângulo da meta do Esportivo.
A partir daí, o jogo foi mais equilibrado, com alguns lances de perigo para o Inter e outros para o Esportivo. Aos 39 minutos, Léo arriscou um chute, que passou muito perto da trave do Inter. Mas o jogo seguiu com o mesmo placar até o intervalo.
Na volta para o segundo tempo, o Inter estava ainda mais pressionante, fazendo jogadas de ataque rápidas e tentando marcar o segundo gol para tranquilizar os torcedores. E, depois de perder gols, com Rodrigo Moledo e Fred, Forlán, aos 22 minutos, apareceu novamente e ampliou a vantagem colorada. O atacante recebeu a bola na frente da área, driblou o zagueiro duas vezes e chutou com a pera direita no canto do goleiro Fabiano. Outro golaço do jogador.
O técnico Dunga foi expulso logo após o segundo gol, por reclamação. O técnico discutiu com a arbitragem e saiu de campo brigando e gritando de forma insistente.
Mas, mesmo sem o comandante do lado de fora do campo, o Inter manteve a pressão até o fim do jogo. Forlán ainda perdeu a chance de marcar seu terceiro gol, aos 44 minutos. O jogo terminou 2x0, e o Inter garantiu a vaga para mais uma decisão no Campeonato Gaúcho.
O jogo que decide o campeão do turno vai acontecer dia 10/03, no estádio 19 de Outubro, em Ijuí.
O Inter não tomou conhecimento do Esportivo e mandou no jogo do início ao fim. Jogando tranquilamente, o colorado dominou a partida e venceu por 2x0 de forma natural.
O primeiro lance de perigo no jogo, porém, foi só aos 24 minutos de jogo. Fred chutou forte e o goleiro Fabiano fez a defesa. Mas, logo no segundo chute a gol do Inter, Forlán não desperdiçou. Com um chute de fora da área, o uruguaio marcou um golaço, praticamente no ângulo da meta do Esportivo.
A partir daí, o jogo foi mais equilibrado, com alguns lances de perigo para o Inter e outros para o Esportivo. Aos 39 minutos, Léo arriscou um chute, que passou muito perto da trave do Inter. Mas o jogo seguiu com o mesmo placar até o intervalo.
Na volta para o segundo tempo, o Inter estava ainda mais pressionante, fazendo jogadas de ataque rápidas e tentando marcar o segundo gol para tranquilizar os torcedores. E, depois de perder gols, com Rodrigo Moledo e Fred, Forlán, aos 22 minutos, apareceu novamente e ampliou a vantagem colorada. O atacante recebeu a bola na frente da área, driblou o zagueiro duas vezes e chutou com a pera direita no canto do goleiro Fabiano. Outro golaço do jogador.
O técnico Dunga foi expulso logo após o segundo gol, por reclamação. O técnico discutiu com a arbitragem e saiu de campo brigando e gritando de forma insistente.
Mas, mesmo sem o comandante do lado de fora do campo, o Inter manteve a pressão até o fim do jogo. Forlán ainda perdeu a chance de marcar seu terceiro gol, aos 44 minutos. O jogo terminou 2x0, e o Inter garantiu a vaga para mais uma decisão no Campeonato Gaúcho.
Eduardo Schwarzbold
Twitter: @Eduardo_s93
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