terça-feira, 9 de julho de 2013

"Não é um estádio de primeira linha", diz comandante da BM de Novo Hamburgo sobre o Estádio do Vale

Responsável pela vistoria no futuro palco dos jogos do Inter para o restante do Brasileirão, Claudio Rieger fala sobre a polêmica em torno da liberação para partidas de alto nível e a que pé estão as obras

Foto: Charles Dias/Especial
Em pouco mais de uma semana de vistoria, a Brigada Militar e o Corpo de Bombeiros emitiram laudos comprovando que as obras no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo, atendem aos requisitos básicos de seguranças exigidos para o Inter disputar o restante do Campeonato Brasileiro no local. A torcida do Grêmio contesta a suposta diferença de critérios, já que a Arena foi temporariamente fechada no início do ano por causa da colocação de gradis com o objetivo de controlar a “Avalanche” gremista. Ciente das vozes dissonantes quanto à liberação do Estádio do Vale, o Comandante Claudio Rieger, da Brigada Militar de Novo Hamburgo, responsável pela vistoria de segurança da corporação, dá a sua opinião sobre o autorização para a realização de jogos no Vale do Sinos. Confira: 

Zero Hora - A Brigada Militar já concedeu o laudo para que o Estádio do Vale possa receber os jogos do Internacional? 

Claudio Rieger – Emitimos na semana passada o laudo efetivo, não é o de liberação. Esse a Brigada vai esperar até esta sexta-feira para nos apresentarem o que solicitamos. 

ZH - O que ainda falta?

Rieger – Falta concluir o estacionamento, a prefeitura terminar a rua lateral e termos as saídas de emergência prontas, além da conclusão do número de portões de acesso para os 16 mil torcedores (seis portões estão sendo construídos. Atualmente, são dois).

ZH - O Estádio do Vale estará em condições perfeitas de atender a um jogo do Brasileirão após as mudanças solicitadas?

Rieger – Perfeita não, não é padrão FIFA né? Mas terá condições de se fazer o evento (jogos do Brasileirão). Não é um estádio de primeira linha. Tem que ver se ele atenderá as exigências do Estatuto do Torcedor também.

ZH - Mas ele atenderia os mínimos padrões de segurança?

Rieger – Sim. Tranquilamente.

Fonte: Zero Hora

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