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| Adriano e Andrade (de costas) conquistaram o hexa brasileiro pelo Flamengo em 2009 Foto: Marino Azevedo/Vipcomm |
Não há como falar de Adriano sem mencionar o Flamengo. Foi no clube carioca, em 2000, que o Imperador iniciou sua carreira como profissional, destacou-se e foi vendido à Inter de Milão.
Colecionou faixas e acumulou convocações para a Seleção. Nove anos depois, cogitou até terminar sua carreira - na época, rescindiu com a equipe italiana. No entanto, retornou ao clube do coração. Em 2009, ao lado de Petkovic, conduziu o Flamengo ao hexa brasileiro.
— É um cara agregador, todos gostavam dele no grupo. É uma pessoa simples, fácil de trabalhar. Depois dos treinamentos, ele pedia para ficar treinando 20, 30 minutos a mais. O problema é quando ele não ia nos treinos — comenta Andrade, técnico campeão pelo clube carioca naquele ano.
O ex-treinador de Adriano, atualmente desempregado após passar por problemas de saúde, destaca a vocação de artilheiro do Imperador.
— Ele deveria ser o centroavante da Seleção nesta Copa. Entretanto, os problemas acabaram atrapalhando. A qualidade e a força que ele tem ao finalizar são incríveis. Ele sabe usar o corpo, girar em cima do zagueiro — relembra.
No entanto, Adriano, há muito não exibe estas qualidades. Passou por problemas pessoais e sua carreira ficou envolta por polêmicas extracampo. A falta do pai, Almir Leite Ribeiro, que morreu 2004, também pesava.
Mesmo benquisto pelo grupo flamenguista, Adriano sempre foi muito reservado. Caso acerte com o Inter, terá uma chance de ouro para retomar sua carreira. Agora longe da exposição frenética que viveu no Rio de Janeiro.
— As portas estão se fechando, ele sabe disso. É uma oportunidade que ele precisa aproveitar. A saída do Rio é importante, no Sul é outro ambiente. Tudo isso pode ajudar — conclui o técnico.
Fonte: Zero Hora

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